Guilherme Monteiro posando com peixe recém-fisgado durante pescaria esportiva.

Muitas vezes saímos para uma pescaria esportiva com um objetivo traçado, um alvo estabelecido, e é bastante comum aparecerem surpresas positivas que não imaginávamos.

Quando, dentro da mesma técnica, podemos acertar outros peixes, não esperamos nos alvos secundários a mesma emoção que aquele peixe que viemos buscar. Um ledo engano.

O coadjuvante pode dar muita graça à pescaria esportiva

No pantanal é muito comum, ao pincharmos os reis do rio, acabarmos fisgando as cachorras facão.

Normalmente não se espera da espécie a alegria que temos ao pescar dourados, mas é aí que podemos nos surpreender, uma vez que grandes exemplares podem nos proporcionar uma luta muito boa que nos trará uma alegria inesperada e uma história para contarmos para sempre.

Ao utilizarmos plugs de meia água, tradicionais para o comportamento dos dourados, também estamos trabalhando nas condições que as cachorras gostam e, assim como a maioria dos peixes esportivos, quando achamos um exemplar acima dos padrões, conquistamos um troféu inesquecível.

Estes nuances que a pescaria com artificiais nos apresenta, muitas vezes, são as eternas lembranças de uma saída, pois vamos guardar em nossa memória a inusitada surpresa.

Pescar dentro de uma só técnica espécies variadas é muito bom, principalmente quando os coadjuvantes podem se destacar na esportividade.

Ainda que não seja aquele peixe sonhado e planejado, são as surpresas que nos completam e fazem com que a pescaria esportiva seja repleta de magia. Aproveite as oportunidades que o momento proporcionar e faça excelentes fisgadas.

 

Texto: Guilherme Monteiro (Colaborador da Revista Pesca & Companhia e Pro Team Pesca Pinheiros)

 


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