Paisagem com rio e árvores em vista aérea para demonstrar que a troca de ponto ao utilizar iscas artificiais, muitas vezes, se faz necessária.

Normalmente, quando estamos pescando com iscas artificiais e não temos bons resultados, podemos ter de trocar de ponto.

Precisamos tentar primeiro a variação de profundidade, começando na superfície, passando pela meia água, até chegarmos ao trabalho de fundo, procurando entender a forma em que o peixe está comendo e fazer uso disso.

Devemos, ainda, experimentar variações quanto ao trabalho das iscas artificiais, por exemplo, passando de trabalhos contínuos de isca, ao nado errático, trocando a velocidade do recolhimento, buscando a forma em que o peixe está agindo.

 

Como saber o momento de trocar de ponto ao pescar com iscas artificiais?

 

Outra regra importante antes de decidirmos a troca de local é estipularmos um limite de tentativas.

Após ser insistente em determinado ponto de pesca e não ter nenhuma ação, o pescador deve saber que é hora da mudança.

Alguns fatores naturais podem nos fazer perceber imediatamente que aquele não é o ponto ideal para a pescaria, como animais que afugentam os cardumes. Os exemplos mais comuns são os botos, as ariranhas e as piranhas. Qualquer um destes vai matar o ponto na hora e devemos ficar ligados nisso para não perder tempo antes de trocar de local.

A bem da verdade é que, quando estamos usando iscas artificiais, precisamos estar sempre atentos ao quadro que está diante de nós, a ponto de tomarmos a decisão de buscar um novo local e assim termos mais sucesso na pescaria.

Muitas vezes a situação particular que encontramos vai nos dar indícios que é necessário mudar.

Não titubeie: vá atrás e busque onde o peixe está. Às vezes trocar de ponto é preciso.

Boas fisgadas.

Texto: Guilherme Monteiro (Colaborador da Revista Pesca & Companhia e Pro Team Pesca Pinheiros)

 


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