Muitas vezes para um resultado eficiente na nossa pescaria, devemos procurar compreender o comportamento do predador, e enganar ele, com o uso de técnicas de alternância quanto ao trabalho das iscas artificiais. Nossa dica é o uso de uma isca de superfície muito barulhenta, com a finalidade de chamar a atenção do peixe. A zara é uma isca que nada em zigue zague, com um forte e barulhento ratlin, sendo capaz de, mesmo quando o predador não quer morder ela, ser eficaz no trabalho de atrair, para outro modelo de isca ser capaz de atrair o seu ataque.

Aqui a provocação da zara chamará a atenção.

Da zara para o stick é uma variação de nado somente, pois não saímos da superfície. A zara pode não estar atraindo um ataque porque nem sempre o peixe quer barulho, e aí o stick pode fazer este trabalho mais discreto e cadenciado, imitando também um peixe ferido, o que vai fazer com que este pequeno detalhe na mudança provoque o peixe ao ponto de ele não resistir e grudar com tudo no stick.
No segundo caso, mudando da zara para um twitch bait, mudamos também a profundidade do trabalho, saindo da superfície para a sub, ou mesmo meia água. Aqui a provocação da zara chamará a atenção, mas o ataque se dará em baixo, e esse é uma situação muito comum em algumas espécies, como o tucunaré e o trairão por exemplo. Atraia o bixo com o ratlin e o barulho da zara, e o ferre no nado errático do twitch bait, uma ótima opção de trabalho em conjunto sempre.

 

Texto: Guilherme Monteiro (Colaborador da Revista Pesca & Companhia e Pro Team Pesca Pinheiros)



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